quinta-feira, 24 de abril de 2008

David Foster Wallace (apud A Hortaliça)



Este é mais um paradoxo, que a maioria das impressões e pensamentos mais importantes na vida de uma pessoa são os que passam pela cabeça tão rápido que rápido não chega nem a ser a palavra exata.


Eles parecem ser tão diferentes ou alheios ao tempo normal e seqüencial do relógio que rege nossas vidas e possuem tão pouco em comum com o inglês meio linear, de uma-palavra-depois-da-outra, com o qual todos nos comunicamos que poderia levar uma vida inteira, fácil, só para expôr em detalhes um segundo do conteúdo de um clarão de pensamentos e conexões etc.


E apesar disso parece que continuamos tentando usar o inglês por aí (ou seja qual for a língua nativa usada em seu país, não precisa nem dizer) para tentar transmitir aos outros o que estamos pensando e descobrir o que eles estão pensando, quando bem no fundo todo mundo sabe que é uma charada e que faz tudo parte de uma encenação.

3 comentários:

FranciscoLucas disse...

hmm. Eu recebo a Hortaliça da Vanessa e não pesquei a relação.

sou burro?
[foi uma pergunta-retórica]

Daniela Kopsch disse...

Eu cito a fonte do plágio (duplo) para evitar crises de consciência, já que juridicamente não faz muita diferença.

Ah, esse texto do David Foster está na edição #070 d'A Hortaliça.

rubens filho disse...

Bem a tua cara msm.


¬¬"